19 Outubro, 2009

Recorde!

Nada como um dia após o outro! No dia anterior, sexta (16), fui dormir triste com a pregada que tinha dado. Exatos seis minutos de voo que não me deixaram, ao menos, fechar o meu cinto de voo. Tinha decolado na hora ruim, vento de nordeste, e os duzentos e poucos metros de desnível entre a decolagem e pouso foram consumidos numa descendente só. Fui dormir meio triste, mas com a esperança de bom voo no dia seguinte.


O vento neste dia estava batendo com a previsão do WindGuru, leste, perfeito para ir longe.
O Fabinho decolou no início da passagem da termal e eu saí um pouco depois, com o vento mais forte do miolo dela. Engatamos e saímos juntos.
Voamos os primeiros cinquenta kms juntos até que ele engatou numa termal bem forte e eu, por baixo, não consegui engatar tão bem. Foi o suficiente para ele sumir de vez da minha vista.
Estava chegando na cruzada do Rio Paraguaçu e optei por mudar para uma linha de nuvens mais ao norte que parecia bem mais consistente. Empreguei a "teoria do quadrado" do nosso mestre Sábio Nunes e me dei bem.
Voar na Bahia está cada vez mais seguro. O sertão baiano, principalmente às margens do Rio Paraguaçu, está se transformando com a irrigação e o agronegócio. Grande áreas irrigadas de fruticultura trazem melhores estradas de terra entre as fazendas, melhorando bastante o visual de quem está passando por cima. O resgate está cada vez mais facilitado.
Depois do Paraguaçu, passei por Itaberaba e ao cruzar o vale entre as montanhas que vão para Boa Vista do Tupim fiquei baixo pela primeira vez.
Caraca, logo aqui, com pouco pouso e no rotor dos morros!
Mas o dia estava especial, o susto durou pouco e rapidinho eu estava colado na base das nuvens à 2200 metros.
Cheguei na parte mais tranquila do voo, estrada embaixo, na direção do vento e pouso em tudo que é lugar.
Mais cinquenta kms e tudo muda. A Chapada Diamantina aparece no horizonte e o pouso praticamente acaba. A opção é ganhar altura na borda da floresta que te garanta o pouso no aeroporto da Chapada, uns vinte kms à frente.
Não cheguei nesta condição e preferi pousar no mesmo lugar que o Fabinho havia pousado no ano passado, um vilarejo chamado Residência.
Terminei de desmontar a asa e chegou o Serjão para mais um resgate perfeito!
Feliz da vida com os 170 kms, meu novo recorde de distância, fomos atrás do Fabinho que já havia cruzado a Chapada. Aliás, até hoje, só ele e o Chico Santos passaram voando de asa por ali.
Encontramos o Fabinho bem depois de Seabra com o recorde baiano mais uma vez nas suas mãos: 281 kms!
É verdade......nada como um dia após o outro!


Na foto acima a asa estacionada com a Chapada Diamantina ao fundo.

Detalhes dos voos:

Octavio

Fabio Nunes

13 Outubro, 2009

Brinquedo novo!

Peguei meu brinquedo novo e parti para Carmo do Rio Claro com o Haroldo e o Maurão.
Aproveitei o Campeonato Brasileiro que ia rolar, para encontrar o Marcelo Ferro e requisitar sua boa vontade e conhecimento para deixar minha asa nova regulada.
De cara, ao montar a asa pela primeira vez, deu para perceber que o lado direito estava com um pouco mais de recuperador que o esquerdo. O nivel digital do Ferro confirmou o que nosso visual tinha percebido, só que deu numeros a esta diferença. O Ferro, então, pacientemente, colocou os dois lados com medidas iguais e seguras para que eu voasse a máquina pela primeira vez, já que ela saiu da fábrica direto para o Brasil sem voo de teste.
Na primeira enroscada senti aquele comando "hidraulico" e vi que a asinha estava redonda. Agora só mais uns ajustes finos para ela ficar tinindo.
O primeiro voo, até um pouco depois de Alpinópolis e volta em direção a Carmo foi muito bom, andando e subindo bem.
Maravilha, agora é só botar o brinquedo prá voar!



















Detalhes do voo: http://www.xcbrasil.org/leonardo/flight/20160

07 Outubro, 2009

Despedida de gala!

















Eu estava tomando o café da manhã quando tocou o sinal de torpedo no meu celular.
- "Mulher, vê qual é a mensagem?"
- "Petrô ou NI?....... do Valença."
Pronto, foi a senha para dar uma olhada mais caprichada no céu e começar a pensar em voo.
O céu estava meio estranho, com alguns cirrus, mas previsão de pouco vento o dia todo. Pode dar Petrô!
Partimos na dúvida, só para conferir, se estivesse ruim pelo menos teria sido um passeio.
E foi mesmo! Os cirrus foram embora, o oeste entrava de frente na rampa do Parque São Vicente e as formações começavam a aparecer lá para os lados do Tinguá e Nova Iguaçú.
Nem esperamos muito para decolar, mas ainda na dúvida da boa condição não coloquei a máquina fotográfica na asa.
Perdi boas fotos, principalmente na termal que peguei bem ao lado do Dedo de Deus. Mas na memória as imagens estão registradas. É um privilégio voar aquela serra, é lindo demais!
Cheguei perto de Cachoeiras de Macacu, contornei na direção de Itaboraí e voltei para um pousão em Japuíba, uma enorme plantação de.......grama! Um espetáculo!
Eu não sabia, mas aquele era meu último voo naquela ótima Litespeed RS 3.5, minha asa nova tinha acabado de chegar!
Fechou com chave de ouro, obrigaduuuuuuu!
















Detalhes do voo: http://www.xcbrasil.org/leonardo/flight/20109

28 Setembro, 2009

Guidoval


















Fazia tempo que eu escutava o Haroldo falar de Guidoval como um ótimo local de voo, mas nunca aparecia a oportunidade de ir para lá. A etapa do campeonato carioca, que estava se realizando lá, foi o pretexto para eu partir cedo para um bate e volta de 600 kms.
O céu estava todo azul e o vento na rampa variava entre 20 e quase 40 km/h! Mas a rampa lá é muito boa e o vento apesar de forte estava liso.
Não fiz um voo muito longo, mas ficou a certeza de que voltarei lá para voar o mais longe possível.

Nas fotos do Lupércio: O papo descontraido com o Zé Gala e pronto para decolar.

10 Setembro, 2009

Fotos antigas - 1

Depois de muito tempo, resolvi passar para o computador uma seleção de fotos antigas que estavam guardadas em dezenas de álbuns espalhados pela casa. É um trabalho que vai levar tempo, mas vale a pena, já que vai guardar as imagens de momentos que ficaram marcados para sempre na minha memória.

As primeiras são de temporadas na Bahia, Ceará e de um teste usando a máquina na ponta da asa em São Conrado. A asa era uma Topless da La Mouette, da primeira geração das asas sem king post.

Bahia - Santa Terezinha ¬
















Ceará - Quixadá ¬
















São Conrado ¬

25 Agosto, 2009

Imagens de Brasilia















Com o Zé Gala


















Com o Marcelão da Aerobusul

20 Agosto, 2009

Brasilia é sempre bom!

















Na foto acima, a chegada ao pouso mais espetacular do mundo. Abaixo com Marcos Sousa, piloto cearense.
















Voar em Brasilia é algo que nenhum voador pode deixar de fazer, é algo mágico. Lá a dimensão é outra, o horizonte é infinito, as térmicas são espetaculares, a base das nuvens é alta e para finalizar se pousa na Esplanada dos Ministérios, centro do poder do Brasil. Segundo o piloto australiano, vice campeão mundial de 2009, Jonny Durand, é o pouso mais espetacular que existe no mundo!
Pois é, não dá para perder a oportunidade de, pelo menos uma vez ao ano, ir conferir a fantástica condição de voo de lá.
Como nos últimos 27 anos, desde 1982, parti para lá na esperança de ótimos voos e pelo menos um pousinho na Esplanada.
O campeonato Brasileiro já estava no seu terceiro dia e o céu amanheceu azul como de costume. O vento de nordeste fraco para os padrões de Brasilia e o céu com poucas formações de nuvens mostrava que não seria um dia fácil de voo.
Enquanto os pilotos do Brasileiro decolavam para uma prova com vários pilões e 135 kms de distância eu só pensava em chegar na Esplanada a 72 kms da rampa de decolagem no vale do Paranã.
Já no inicio do voo passei um sufoco para achar a primeira térmica e fiquei bem abaixo da decolagem, mas quando "engatei" na termal fui do inferno ao paraíso em 5 minutos!
Teto de 1200 metros acima da rampa, 2400 acima do nivel do mar, e tudo azul, sem um cumulos para mostrar o caminho.
Gap, Passaporte, cachoeira do Itiquira, Brasilinha, baixo para variar...na verdade quase pousei, peguei uma salvadora a 200 metros... lagoa da Embrapa e Sobradinho, o caminho tradicional. No inicio voei com meia dúzia de pilotos e me separei deles um pouco antes de Brasilinha. De lá só encontrei uma asa azul e verde que dividiu comigo as três últimas térmicas. Não encontrei ninguém do campeonato em todo o voo e para minha surpresa, ao chegar sobre o pouso da Esplanada vi tudo vazio, nenhuma asa havia chegado!
Olha, ter a Esplanada lá, te esperando, exclusiva para você é um privilégio de outro mundo....é muito bom!
Um pouco depois do meu pouso conheci o piloto da outra asa, que chegou logo em seguida. Era o Marcos Sousa, do Ceará, que acabara de ganhar de presente de aniversário este voo maravilhoso!
No final apenas quatro pilotos chegaram lá, nenhum do campeonato.
É isso, Brasilia não dá para faltar é programação certa todos os anos.
Valeuuuuuu!!!!

Detalhes do voo: http://www.xcbrasil.org/leonardo/flight/18486


19 Julho, 2009

Petrô.... depois de um bom tempo






















Ir voar em Petrópolis é sempre bom e já fazia um tempo que eu não ia. Na última vez o capotador do meu cinto partiu e tive que ir direto para o pouso.
Ontem não parecia que ia estar muito bom, mas tinha a previsão da entrada de um vento oeste, de frente na rampa, e isso nos animou. Bique, Nader, Boi, no resgate e eu era o time.
Lá encontarmos muita gente na fissura de um voozinho. Erick, Cedrick e Papito Vils, Geraldo Nobre e seu pupilo Valença, Thomas, Luiz e a turma do parapa, Mahmoud, Breno, Altamir e Flavinho.
Vento de frente o tempo todo e uma boa condição no rumo de Teresópolis/Cachoeiras de Macacu.
Não fomos muito longe, mas ainda foi melhor do que imaginávamos, pousamos em Guapimirim.

Detalhes do voo: http://www.xcbrasil.org/leonardo/flight/17474

14 Junho, 2009

Voo supresa e carona no duplo!


Voo surpresa!
Subi porque o Nader deu pilha e porque estava querendo ver como tinha ficado a nova regulagem do cinto.
Na rampa vento leve de oeste, de cauda. Mas dava uma viradas de frente e acabou que tinha uma condição bem fraca, mas constante. Muito liso, enroscando quase com a asa parada.
Deu para ganhar o Crokane e passear por São Conrado.
No final do voo, chegando sobre a praia, vi uma asa de duplo vindo em minha direção. Ficamos próximos e depois nos afastamos.
Depois no pouso o Konrado veio me falar que era ele naquele duplo e me mostrou a foto que tirou da minha asa.
Valeu Konrado pela carona no seu duplo!

Detalhes do voo:
http://www.xcbrasil.org/leonardo/flight/16431

30 Março, 2009

Escritorio com vista panoramica

















É realmente um privilégio poder ver estes visuais enquanto se está trabalhando. As nuvens que aparecem pelo caminho e as paisagens que se vê lá de cima compensam qualquer sacrifício. Vale muito à pena!

06 Março, 2009

Trabalho de equipe


Nader tendo ao fundo a sede da fazenda no Universo em Desencanto.

Durante toda a semana estive trabalhando e acompanhando os voos pelo XC Brasil. Depois de muitos meses de condições ruins de voo, finalmente, em fevereiro e no inicio de março o céu abriu e as térmicas voltaram, portanto era hora de aproveitar e não deixar escapar nenhuma chance de um voo bom.
Hoje parecia um daqueles dias onde tudo conspirava para que as coisas não fossem muito bem. Eu vinha de um último voo onde tinha pousado em um momento ruim, quando uma térmica brotava e o vento, inicialmente parado, tinha virado de cauda para a minha aproximação e o resultado foi a destruição de duas barras laterais. No crash bati forte com a perna no chão e ela ainda não estava lá 100%.
As barras já estavam trocadas, mas eu estava sem o rádio, que parou de funcionar também no último voo, além de uma nova regulagem que eu havia feito no meu cinto.
Caramba, asa vinda de revisão, cinto para testar, sem rádio e com a perna não muito confiável, será que isso vai dar certo?
Subindo a serra com a equipe, Nader e Boi, começamos a notar a rápida formação das nuvens sobre Petrópolis e o Cindacta. Mais essa, será que vai pintar uns CBs?
Ao chegar na rampa encontramos o Enio, sózinho à espera de companhia. Ele acabou decolando antes e não o encontramos em voo.
Montamos os equipamentos, peguei um rádio emprestado com o Nader, dei uns piques para testar a perna e decolamos.
Ganhamos na rampa e corremos para o Cristinho. Fiquei alto, notei que o Nader estava baixo e resolvi esperar. Ele estava lutando com o seu equipamento de rádio que teimava em não funcionar e ele tinha tirado da bolsa do cinto e deixado pendurado enquanto religava todas as conexões. Depois de uns minutos tudo foi resolvido e nos encontramos à 1200 metros de altitude.
Partimos no rumo de Teresópolis, saimos do chão em Santo Aleixo e vimos que um CB estava para estourar perto do pico do Dedo de Deus. Vamos voltar, pra lá não vai dar mais!
Sempre voando juntos, o Nader e eu, pegamos um térmica no falso Dedo de Deus que nos levou à 1800 metros e colamos na cordilheira até passar na altura das antenas no Morin, em Petrópolis. Visual lindo que só nosso esporte pode proporcionar. As cachoeiras, a floresta, as montanhas, os precipícios, só voando para ver e sentir a natureza em seu estado puro!
Do Morim corremos para Piabetá e encontramos nosso passaporte nas pedras mais baixas perto do Morro do Avião. Alto mais uma vez, voltamos para a rampa do parque São Vicente.
Um cloud street se formou entre o Cristinho e o pedágio, colamos nele e continuamos nosso voo, sempre juntos até o pouso, no Universo em Desencanto, ao pé do Tinguá.
Pouco mais de três horas de voo que vão ficar para sempre na lembrança.

Nossos brinquedos de voar.

Resgate rápido, à noite estávamos comemorando num Japonês, na Barra!
Obrigado voo livre!

Detalhes do voo: http://www.xcbrasil.org/leonardo/flight/13387

24 Fevereiro, 2009

Decolando em 2009


Mais um dia de voo em Petrópolis. Desta vez tive a companhia do Sabiá, homem dos ares, que agora se junta à nós, voadores de asa, depois de pilotar muitos outros aparelhos.
Como ele está sempre munido de máquinas para captar imagens aproveitei e coloquei uma mini camera na minha asa.
Coloquei o video ainda faltando o fundo musical. Em breve a versão com som.
O voo foi muito batalhado. Decolei um pouco cedo, antes da condição ficar consistente e acabei pousando no mandiocal sem conseguir "entrar no voo".
Mas valeu, como sempre, vale qualquer voo em Petrô.

28 Dezembro, 2008

Despedida de 2008


Um dia encoberto, rampa fechada e chance de chuva. Mas a vontade de tirar os pés do chão, depois de quase um mês, me faz passar por cima de todas as indicações desfavoráveis. O Nader dá o empurrão final me chamando para subir, na primeira melhorada do tempo.
Lá vamos nós tentar driblar as nuvens e procurar por alguma térmica para enroscar pelo menos mais uma vez em 2008.
As termais do retiro dos padres e do Hotel Nacional me levam à base das nuvens a 560 mts!
É isso, 2008 não foi muito bom para os vôos, mas fica sempre a esperança de um 2009 melhor.
As fotos do meu pouso foram tiradas pelo Nader.

19 Outubro, 2008

Carmo do Rio Claro

















Visual de Carmo do Rio Claro com a represa, a cidade (na ponta da asa) e a Serra da Tormenta (decolagem) à esquerda.

















Fim de tarde no Aeroporto de Casa Branca: gol a 133 kms!

















Lalado, "Sábio" Nunes, eu e Gilson.

















Na boa companhia do Geraldo Nobre.

















Pousos enormes.

















Resgate garantido.

09 Outubro, 2008

Santa Terezinha - Bahia















Cruzando o Rio Paraguaçú

















A equipe: Ronaldo, Fabinho, Manelzinho e eu.































Almerio decolando com a ajuda de Torrado e Ronaldo.

















A área de montagem ficou enorme depois das reformas.

Já fazia um bom tempo que eu não ia voar em Santa Terezinha. Minha vontade era grande, mas sempre aparecia alguma coisa para me forçar a cancelar a viagem.
Dessa vez, de férias, tudo aconteceu de repente e quando vimos a barca já estava formada.
No Rio a previsão era de uma semana de chuvas, mas para a Bahia a previsão era ótima.
A viagem pela BR 116 foi rápida, 19 horas! A estrada está muito boa, sem os buracos de antigamente.
Serjão, Torrado, Almério, Zé Galinha, Tita e agora também a Claudinha, Piero, Luiz Claudio e outros novos voadores locais, rever a galera do vôo da Bahia foi muito bom.
A rampa do Boqueirão foi toda reformada com aumento da área de montagem e melhorias na rampa de decolagem. O vôo por lá está crescendo.
E o vôo em si continua ótimo!
Existe sempre o perigo de afundar na saída, já que a decolagem é baixa (uns 250 mts) e pegar a descendente das fortes térmicas que pintam por lá pode te colocar no chão em questão de poucos minutos. Mas se pegar uma e ficar alto é só jogar para trás na direção do cross.
Muitas térmicas, vento empurrando e pouso à vontade. No resgate tem sempre uma estrada na direção do vôo, às vezes de asfalto, às vezes de terra, mas todas em bom estado. E no resgate temos a presença importante do Serjão, que vai te cantando as fazendas que você está sobrevoando e chega rápido quando é informado do pouso. Tranquilidade total!


















No meu melhor vôo cheguei perto de Boa Vista do Tupim, 98 kms. O Fabinho, para variar, só deu voaço. No melhor pousou no meio da Chapada Diamantina, 215 kms!

Detalhes dos vôos:

Octavio

Fabinho

27 Agosto, 2008

Japeri - Petrópolis















No final da cordilheira de Japeri.














Chegando em Xerém.














O Sadia amarradão!














Mais um dia de oeste e nossa intenção novamente era fazer a cruzada da baixada no rumo de Guapimirim/Cachoeiras de Macacu. Na equipe, o Nader, Sadia e o Boi no resgate.
Para quem não conhece a rampa sul de Japeri, vale dizer que fica bem embaixo de uma torre de alta tensão e que a todo instante você sente, literalmente, a energia no ar. Na montagem da asa senti vários choques e quando coloquei a asa nos ombros para decolar, fui tomando choques até tirar os pés definitivamente do chão!
Parecia que estava excelente, com teto alto e o vento empurrando bem, mas a realidade era outra. Ficamos por um bom tempo se sustentando só no vento em frente a rampa e demorou para aparecer aquela termal que nos levasse para o alto. Demorei para engatar na condição e poder cruzar o Tinguá. O vento variava entre sudoeste, sul e sudeste e não empurrava tanto no rumo da Rio-Teresópolis.
Mas deu para chegar em Petrópolis. No final pousei no mandiocal com um leste forte!

Detalhes do vôo:
http://www.xcbrasil.org/modules.php?name=leonardo&op=show_flight&flightID=9672

11 Agosto, 2008

Brasilia 2008

28 Julho, 2008

Cidade Maravilhosa

13 Junho, 2008

Itamonte no dia dos namorados






08 Maio, 2008

Japeri







Ontem estive em Japeri. Não estou podendo voar, mas fui acompanhando o Nader e o Sadia que estavam querendo aproveitar o vento oeste para fazer um voaço de lá.
Encontramos o Gilson e os irmãos Vils, Cedrick e Erick.
Não estava como imaginávamos, mas sempre vale à pena uma visita ao lugar. É um visual lindo.
Na foto acima vemos o Tinguá à esquerda e a Serra do Vulcão, em Nova Iguaçu, à frente. Abaixo o Gilson esperando o melhor momento para decolar.

20 Abril, 2008

Asa ganhando a Pedra da Gávea em 1974!

Achei este video no YouTube. Segundo o autor, Jororo, este foi o primeiro vôo que o francês Stephan Dunoyer de Segonzac fez no Brasil.
Será que já no seu primeiro vôo, decolando da Agulhinha, o francês ganhou a Gávea?

Vejam o que diz o autor:

Em 1974 fiz este filme em super8, num passeio com minha esposa à Pedra da Gávea, onde registrei o primeiro vôo de asa delta no Rio de Janeiro, realizado pelo francês Stefan, uma semana antes dele saltar do Corcovado com mais dois companheiros.

04 Abril, 2008

Petrópolis

12 Março, 2008

Enroscando com os amigos

Um dos grandes prazeres do vôo é dividir as térmicas com os amigos. Neste dia em Petrópolis botei a máquina para trabalhar e consegui vários momentos.
















Com o Bique, um pouco depois de Xerém.
















Com o Nader, ainda no alto da serra.
















Novamente com o Bique e um outro piloto não identificado.

04 Março, 2008

Travessia Petrópolis - Teresópolis














Cachoeiras lindíssimas!














Enroscando com o Nader perto do Dedo de Deus.














Pousos enormes.














O Thiago Salame pousou com o Nader no km 45 e bateu seu recorde pessoal!

Detalhes do vôo: http://xc.ciclone.com.br/modules.php?name=leonardo&op=show_flight&flightID=6061

28 Fevereiro, 2008

Bonita - Cristo - Grumari!















Cruzando a cordilheira da Pedra Branca.














As pequenas praias isoladas entre Grumari e Guaratiba.














As asas estacionadas e o Sadia comemorando.














Obrigaduuuuuuuu!!!

Detalhes do vôo: http://xc.ciclone.com.br/modules.php?name=leonardo&op=show_flight&flightID=5972

24 Fevereiro, 2008

Céu clássico!
















Olha só o visual da condição que estava hoje, por volta do meio dia, quando eu passava próximo a Quixadá, já na descida para o pouso em Fortaleza.
Essa época do ano é mais úmido e tem menos vento que na época boa de vôo, de agosto a novembro. Só passei para baixo da camada em Maranguape, pertinho de Fortaleza, e a base estava nos 1000 metros.
Mas no litoral o teto é sempre mais baixo, acredito que no sertão devia estar uns 1500 mais ou menos.
Hoje estava ventando muito pouco, leste com menos de 10 km/h no pouso, praticamente sem vento para Fortaleza.
Dá para notar que as nuvens estão espalhadas sem a organização dos cloud streets. Isto mostra que lá pra dentro o vento também estava fraco.O vento um pouco mais forte organiza as nuvens, colocando elas alinhadas com a sua direção.
Pelo menos dá para ter um pouco do gostinho do vôo!

19 Janeiro, 2008

Vôo ao Cristo - O Globo

Enviado por Sanny Bertoldo - 18/1/2008 - 21:42

O cara da foto aí ao lado é Nader Couri, piloto que, pelas suas próprias contas, já deve ter ido ao Cristo Redentor quase 800 vezes em 26 anos de vôo. Apaixonado pela cidade e por esse que é o sonho de dez em cada dez pilotos de asa ou parapente, ele até já transformou sua paixão em filme e, há três anos, lançou o DVD "Asas - Um sonho carioca ", sobre o vôo e a cidade do Rio de Janeiro.

Veja mais fotos aqui

Da Pedra Bonita ao Cristo, são oito quilômetros de pura adrenalina. Quem consegue chegar - e voltar, porque quem fica pelo caminho só tem meia história para contar - até a estátua, entra para o rol de um seleto grupo de pilotos. A primeira vez, diz Nader, é inesquecível:

- A primeira vez que fui ao Cristo, tinha seis meses de vôo. Até hoje, não sei como fui e nem como voltei. Lembro que, quando pousei, peguei o carro e fui para a Lagoa. Fiquei lá, olhando a cordilheira, achando tudo uma maluquice.

Dependendo das condições, o vôo até o Cristo pode demorar 25 minutos ou duas horas. Do piloto, exige-se conhecimento, técnica, paciência, atenção (e a generosidade dos urubus) para encontrar as térmicas que o levará até o Redentor. Tradicionalmente, o percurso é Pedra Bonita-Cochrane-Vista Chinesa-Sumaré-Cristo.

- Às vezes, vamos com uma certa facilidade. Outras, porém, são demoradas e com muita ralação para se manter em vôo. Por isso, é tão mágico e bonito. Chegar até a estátua não tem preço e é realmente um presente de Deus. A volta pode até ser mais difícil, mas nem sentimos tanto - conta Marcelo Almeida, instrutor e piloto de duplo de parapente.

Confira outras fotos de Nader Couri aqui!

O encantamento com a possibilidade de sobrevoar o Cristo é o que une os mais diversos pilotos. Comandante da Gol, o piloto Octavio Fiães experimenta, há mais ou menos 26 anos, a sensação de passar pelo Cristo tanto dentro de um Boeing quanto na liberdade de uma asa delta. O melhor? Ele mesmo responde.

— Na ponte aérea, dá para passar pertinho. A sensação é diferente; dentro do avião você tem conforto, está dentro da cabine. Na asa, tudo é mais brigado, você está sempre atento, preocupado se vai pegar uma térmica ou não, se vai conseguir altura para chegar. É mais adrenalina mas é mais gostoso também - afirma Fiães. - No começo, era bem mais difícil ir ao Cristo, tinha que ser em uma condição muito boa. Hoje, a gente já está indo em condições que, antes, nem se imaginava. A única coisa que não muda é a vontade de conseguir chegar lá.

Essas e mais histórias sobre o vôo ao Cristo estão na página RADICAIS do jornal O GLOBO de sábado, 19 de janeiro. Vale a pena conferir.

26 Dezembro, 2007

Equipe Esso













Enroscando em Valadares com a minha UP Comet 165.












Equipe Tigre (em pé da esquerda para a direita): Jeroen Van Tilburg, Haroldão, Ronnie Falcão e Eddie Van Tilburg. Abaixados fazendo pose, Cacao Figueiredo e eu.













A mesma Comet em 2003, ainda voando!

Já faz muito tempo, foi em janeiro de 1984, mas vendo estas fotos parece mesmo que foi ontem!
Formamos esta equipe com o intuito de descobrir novos lugares para voar no Brasil e bater recordes.
Nosso destino: o nordeste. De Valadares para cima era tudo novidade, não se tinha notícias de que haviam pilotos de asa por lá.
Em Valadares já conseguíamos os primeros recordes brasileiros de distância com o Eddie Van Tilburg voando 91 kms num dia, e o Haroldo Castro Neves voando 95 no dia seguinte!
De GV partimos para a Bahia, via Br 116, passando por Milagres, ao lado de Santa Terezinha, Chapada Diamantina, Jacobina, Juazeiro do Norte, onde voamos pela primeira vez no Ceará, decolando ao pé da estátua do Padre Cícero. Passamos por Quixadá, onde não conseguimos lugar para abrir uma rampa, e fomos terminar inaugurando a primeira rampa de vôo livre no Ceará, em Maranguape, aproveitando as sobras de uma passarela para desfiles de modas.
De lá para cá foram-se quase 24 anos, e com tantos recordes sendo quebrados naquela região, vejo que nossa semente, plantada há tanto tempo, rendeu frutos saudáveis e duradouros!

21 Novembro, 2007

Cristo de sudoeste

video














Chegando na nuvem sobre a Lagoa Rodrigo de Freitas.














O vento sudoeste encana e acelera entre os Dois Irmãos e as montanhas do lado da Vista Chinesa.














Ipanema e Leblon separados pelo canal do Jardim de Alah.

Há alguns dias estávamos esperando a melhora do tempo para partir mais uma vez para o Cristo. A previsão era de vento sul com boa pressão, condição perfeita para a tentativa de passear pela zona sul.
O dia amanheceu mais nublado que o desejado, mas mesmo assim uma boa turma estava montada na rampa esperando a entarda do sul. Decolamos ainda com o vento de sudoeste para pegar o sulzão em vôo. Depois de ganhar o Crokane pulei para a Vista Chinesa, colei na base da nuvem e estiquei até o Sumaré. O Nader já tinha passado para o lado de lá, mas eu não tinha mais visto ele. No Sumaré, bastante mexido, por causa do vento sudoeste, começei a subir e tive a surprêsa de ver o Nader chegando, já de volta da estátua.
Enroscamos juntos até a nuvem e nos separamos, ele foi na direção de São Conrado e eu para o Cristo. Bati o ponto na estátua e quando estava voltando para o Sumaré vi o Bique chegando ao Cristo vindo alto da nuvem sobre o Jockey. me juntei a ele e fui lá mais uma vez.
De sudoeste a volta para São Conrado fica um pouco complicada, fica difícil voltar pelo tradicional caminho da Vista e a melhor opção é tentar circular o morro dos Dois Irmãos pelo lado do mar. Tentei pelo mais difícil e me dei mal, voltei para o Jockey e engatei numa ótima térmica que me levou à 850 metros, foi o passaporte para a volta ao Pepino.
Mais um Cristo de gala!

Veja no link abaixo mais detalhes sobre esse vôo:
http://xc.ciclone.com.br/modules.php?name=leonardo&op=show_flight&flightID=4772

08 Novembro, 2007

Decolagem e vôo

Recebi essas fotos do piloto da nova geração aqui do Rio, o Rafael Pena. Batidas pelo primo dele que o acompanhou a Petrópolis e aproveitou para tirar algumas fotos. Nesse dia eu quase pousei no mandiocal, mas depois de muita batalha, uns 30 minutos pelo menos, consegui sair de 100 metros, voltei para as nuvens e fui pousar na Philip Martin.
Na última foto dá para perceber o cinto já aberto, preparado para o pouso, e eu em contato com o Boi, o resgate, pelo rádio (uso o rádio na barra).














Fazendo o check do equipamento enquanto o Bonitão aguarda a sua vez.















Decolagem com uma pequena tendida para a direita.












Decolagem perfeita do Bonitão.














Com o cinto aberto e falando no rádio.

Detalhes do vôo:

http://xc.ciclone.com.br/modules.php?name=leonardo&op=show_flight&flightID=3699

30 Outubro, 2007

Sempre Petrô!














Enroscando com o Nader nas térmicas "bicudas" sobre Petrópolis.














Cb estourando no alto da serra.














A Serra dos Órgãos ao fundo, no final de tarde.














Feliz da vida depois de quase três horas de vôos.














Nader amarradão depois do passeio sobre a serra.

Domingo passado, mais uma vez, o trem partiu para Petrópolis. Grandes formações de nuvens atrás da rampa já estavam formadas quando chegamos e a preocupação com o desenvolvimento delas nos deixou em dúvida sobre o vôo. Mas o vento do quadrante sul/sudoeste mantinha elas no alto da serra deixando toda a frente da cordilheira liberada para o vôo livre!
Térmicas fortes, muita fartura e, rapidinho, já estávamos indo na direção de Teresópolis. Perto do Pico do Itacolomi eu e o Nader pegamos uma juntos e eu, como estava mais alto, saí primeiro abrindo um pouco dos paredões para evitar outros cbs lá na frente. Daí em diante olhava para trás e não via mais ele. Passei Guapimirim e mirei num cloud street que estava se formando entre Guapimirim e Japuíba. Cheguei embaixo, engatei e colei na base da nuvem. Aí escutei o Nader, que tinha corrido a cordilheira toda, dizendo rápidamente - "Vou voltar".
Foi o seu último contato pelo rádio que tinha acabado de ficar sem bateria. Foi também a senha para eu começar a voltar e passar a informação para o Boi, no resgate.
Base da nuvem à 2000 metros e vento de cauda. Nessa hora o vento tinha virado um pouco para sudeste e me empurrou de volta para a estrada Rio Teresópolis e acabei pousando bem na beira dela num pouso enorme.
Uns quinze minutos depois, percebo uma sombra passando sobre mim; era o Nader chegando para o pouso. Tudo ficou perfeito com a rápida chegada do Boi.
Mais um vôo inesquecível em Petrô!

Detalhes do vôo no XC Brasil:
http://xc.ciclone.com.br/modules.php?name=leonardo&op=show_flight&flightID=4571

Detalhes no OLC:
http://www.onlinecontest.org/olc-2.0/para/flightinfo.html?flightId=-391279842

13 Outubro, 2007

Dois dias em Andradas

video

Eu já estava nervoso de tanto ler e ouvir sobre os relatos dos excelentes vôos que o pessoal de São Paulo estava fazendo em Andradas no inicio desta temporada de primavera.
Montamos a barca tradicional: eu, Nader e Boi, e partimos, um pouco atrasados, para lá.
Tinha uma frente fria chegando, mas a esperança de pegar nem que fosse um restinho daquela ótima condição nos incentivou.
Também estavam lá: Glauco, Conrado, Dan e Max representando o Rio, e os locais Xexa, Michael, Cizão, Chokito, Fabinho de Andradas, Ricardo Mineiro, Berimbal e Ronaldão.
Com a frente por perto, o céu ficou cheio de cirrus e no primeiro dia, quinta-feira, achamos que nem iríamos voar.
Mas aos poucos alguns cúmulos começaram a aparacer e nós decolamos da rampa norte, correndo direto para o lado do pouso sul. Térmicas fortes, o vento variando muito dependendo da altitude, com teto de 3300 metros, 1800 metros do chão! Pancada, mas muito bom!
Quase três horas de vôo que me deixaram moido.
Não consegui chegar ao objetivo, que era Atibaia, só o Michael chegou. Acabei pousando em Amparo, na terraplanagem da expansão da fábrica dos produtos de limpeza Ypê....um verdadeiro aeroporto. O Nader pousou em Jaguariúna, bem perto de onde eu estava, e o Boi, nosso resgate, chegou rapidinho.



















E, como diz o Nader: O problema de Andradas são os pousos, pequenos e acidentados.................

Ontem, sexta-feira, o céu continuou bastante cirrado, mas de repente o teto começou a formar e fomos para o ar. Foi um dia meio conturbado; o Nader quebrou a quilha da sua Combat L no pouso, e eu, logo que decolei, vi o ziper do meu cinto de vôo abrir quase até a barriga!
O céu estava bem melhor que na quinta. Teto de quase 3700, mais nuvens e com térmicas mais redondas.
Eu estava indo bem, mas resolvi pousar no aeroporto de Mogi Mirim, porque o meu cinto estava me incomodando muito. Voltamos do resgate direto para o Rio.
Aproveitei e fiz um pequena filmagem do vôo e editei meu primeiro video. No final das contas não conseguimos pegar aquela "farofa mega", mas mesmo assim foi muito bom.
Valeu Andradas!

Detalhes dos vôos:

16 Setembro, 2007

Treino semanal em Petrô














Nader enroscando em frente a rampa.














Nader pronto para decolar, acessorado pelo Boi. Logo atrás está o Bonitão (Sidney Esch) sendo ajudado pelo Crock e no canto direito da foto o resgate local de Petrópolis, o Adão.














Asa estacionada na Dutra.

Detalhes do vôo:
http://xc.ciclone.com.br/modules.php?name=leonardo&op=show_flight&flightID=3903

07 Setembro, 2007

Petrópolis - Japeri












Em comemoração ao dia da Pátria fomos voar mais uma vez em Petrópolis.
O trem do dia foi Bonitão, Boi e eu. Lá encontramos o Thiago Salame, Luis, Thomaz e o Tiago Worcman. Enfrentamos, engarrafamento no ínicio da Rio - Teresópolis (pessoal fugindo da Ponte Rio - Niterói totalmente engarrafada), fila no pedágio, blitz na Policia Federal e um caminhão parado, mas mesmo assim decolamos cedo e partimos para o cross. Céu lindo e vento variando de leste a sul, dependendo da altitude. Tirada para o Tinguá na intenção de chegar na Serra das Araras. Cheguei até Japeri onde encontrei o habitual sudoeste de proa.
Sem fotos aéreas..........a máquina ficou sem bateria.
















Desmontando a asa com a ajuda do José Paulo e do Gilson. Foto: Giovani Tagliari

18 Agosto, 2007

Mundial de Vôo Livre 2007 - Texas














Equipe brasileira quase completa. Falta o Guga que ainda estava voando!














Fila de decolagem.














Big Spring Air Terminal.














Briefing matinal.

















Jonny Durand














Bill Moyes, ainda na ativa, no comando de um Dragonfly.














Riqueza texana: petróleo e algodão.













































Auto retrato.































Equipamento do Nenê Rotor.














Gol lotado, na maior prova até hoje em um campeonato mundial: 284 kms!














Haroldo no paraiso do consumo!














Luizinho e Jon Durand pousados depois de muitas horas de vôo.














30 Julho, 2007

Cambuquira 2007














Cambuquira este ano não estava bom como ano passado. A previsão era sombria, com chuva e vento sul, mas até que não foi tão ruim assim. Pelo menos conseguimos voar, enquanto o Rio estava debaixo de muita água. No sábado o vento era leste, entrando de lado na rampa. Na passagem das térmicas o vento alinhava um pouco e dava para decolar. Terminei voando um pouco mais de uma hora e pousando perto de Três Corações, terra do Pelé.
























O resgate: Haroldo e Claudio.

No domingo o vento sul entrou, caudal na decolagem, e depois de muita espera foi decidido pelo cancelamento da prova do dia. Desmontei na rampa. Quem sabe, ano que vem estará melhor.

Detalhes do vôo:
http://xc.ciclone.com.br/modules.php?name=leonardo&op=show_flight&flightID=3157

20 Julho, 2007

São Conrado durante o Panamericano















Durante os Jogos Panamericanos Rio 2007 todo o espaço aéreo do Rio está sobre regime de segurança máxima. Inicialmente o vôo livre foi proibido do inicio dos jogos até dia 31 de agosto. Depois de muito trabalho de convencimento se conseguiu antecipar a liberação dos vôos para amanhã (21/07), mas a área autorizada foi apenas o espaço compreendido entre as montanhas de São Conrado (vide mapa acima). Cristo nem pensar!
Mas as conversas conseguiram também antecipar a liberação de nosso espaço original, Cristo incluído, à partir de 31 de julho.

03 Julho, 2007

Pouso no Jockey














Enroscando com o Fabinho Nunes, na Vista Chinesa.




















Foi daqueles vôos em que você se surpreende a cada momento.
Primeiro parecia a maior "farofa", em vôo, fiquei alto na rampa e corri para uma térmica no lado oeste da Pedra Bonita, onde o Fabinho enroscava na faca. Já cheguei engatando e indo para a nuvem a 1050 mts. De lá estiquei para a Vista Chinesa, mas não peguei nada. Insisti e dei mais uma esticada até o bracinho do Sumaré.......nada por lá também........fui para a cordilheira do Jockey, encontrei o Sadia, e batalhamos juntos sem sucesso. Pousamos os dois no Jockey.

01 Julho, 2007

Finalmente voei!
















Mais de um mês sem um vôozinho! Hoje, finalmente, consegui decolar para testar mais uma regulagem que havia feito na minha asa nova. Tinha colocado o CG (centro de gravidade) um ponto para a frente e assim que entrei em vôo percebi que agora estava na posição certa.
Céu encoberto de oeste, vôo na base das nuvens sem muitas chances fora de São Conrado.

21 Junho, 2007

A transformação de um 757
















A cabine de comando é toda desmontada. Será que vai estar tudo no lugar certo após a remontagem?
















Trocando o piso.
















Abrindo o espaço para a porta de carga.
















Muita lixa para mudar o visual.
















Pronto para voar!
















PR - LGJ

10 Maio, 2007

Litespeed RS 3.5 zerada!









Acabei de estrear minha nova Litespeed RS 3.5!
A asa está bem diferente da minha antiga. Muita pressão de barra, porque veio com a regulagem padrão da fábrica, mas não está tendendo e, muito importante, está subindo bem!
Já comecei a mexer na regulagem da asa. Primeiro dei uma encurtada nos recuperadores para diminuir a pressão da barra e depois no próximo vôo vou ver como ficou. Talvez também tenha que ajustar a posição do CG (centro de gravidade) e do copinho da ponta de asa.
Um pouquinho de trabalho para colocar a asa tinindo, como a minha antiga Litespeed S.
Maravilha, nada como um brinquedinho novo!

03 Maio, 2007

Passeio em Petrópolis














Marcelo Sadia
















Litespeed S do Vavado














Sadia














Nader

O vento oeste entrou cedo e resolvemos partir para Petrópolis na intenção de voar para Cachoeiras de Macacú.
Sadia, Nader, eu, e o Crock no resgate, foi o trem. Também apareceram o Alpine, Saquarema e o Silvio Magalhães.
Eu voei com a Litespeed S, emprestada do Vavado, porque já entreguei a minha Litespeed S para o Ronaldo Penna e estou esperando a minha Litespeed RS zerada, que deve chegar esta semana.
Apesar da derivada de oeste, o céu para aquelas bandas não estava promissor. Resolvemos então fazer um passeio pela baixada com volta até a rampa. Voamos mais de duas horas e nos juntamos no final para tentar a rampa. Já era tarde e a condição estava acabando, ninguém chegou lá. Pouso no mandiocal.
Mais um ótimo dia de vôo em Petrô!
Detalhes do vôo aqui:
http://xc.ciclone.com.br/modules.php?name=leonardo&op=show_flight&flightID=2090

26 Março, 2007

Sobre as nuvens














Ontem o fim de tarde também estava bonito.



















Vôo de ontem, saindo de Guarulhos para Recife, às 11 da manhã.
Por causa do tráfego aéreo, o Controle mandou eu subir em órbita (enroscando!) sobre Bragança Paulista.
Foram duas "enroscadas" beirando este lindo CB.
Era o único, num céu coalhado de cumulos!

13 Março, 2007

Mais um Petrô - Itaguaí

Moicano

Muita fumaça no ar.


Aproveitando o final da temporada de "farofa", fizemos mais um trem para Petrópolis.
Eu, Nader, Crock e o Moicano, que estava há algum tempo sem voar solo.
Os cirrus já estavam no céu, lá para as bandas de Itaguaí e as nuvens perto perto de Petrô formavam e se desfaziam muito rápido.
Cada um fez um caminho, até que nos encontramos no Tinguá. Ficou a duvida se voltaríamos para o pouso da Philip Martin ou se seguiríamos, já que o céu para Itaguaí não estava dos mais bonitos.
Mas resolvemos seguir em frente e pegamos boas térmicas sobre os incêndios na área de Queimados e da Dutra, perto do pedágio.
Na tirada final pegamos o vento contra (sudoeste) tradicional do fim de tarde em Itaguaí.
Mais um bom treino!
Detalhes: http://xc.ciclone.com.br/modules.php?name=leonardo&op=show_flight&flightID=1480

05 Março, 2007

Meu recorde em Petrô!




















Pousado em Itaguaí
















Paulinho Cabeleira















Depois de muito tempo, bati o meu recorde de distância em Petrópolis.
Aproveitei a condição que está fantástica esta semana e fiz o trem com o Nader e o Crock, para variar.
Quem pode voar nos últimos dias experimentou o melhor que o vôo de Petrô tem. Eu estava trabalhando e fiquei só lendo o relato dos vôos, que o pessoal fazia na lista Asa Delta Rio.
Nos preparamos, eu e Nader, para decolar cedo e pegar o melhor da condição já perto do Tinguá. O Nader saiu e logo depois um vento leste, de lado na rampa do Parque São Vicente, atrasou a minha decolagem. Quando o vento deu uma paradinha eu saí sabendo que teria que correr para chegar nele.
Voei até o Tinguá com o Cabeleira. Um pouco antes do Universo em Desencanto (Adrianópolis) o Marcinho e o Carlinhos Niemeyer chegaram e passaram com tudo.
Continuei no meu ritmo e fui brindado com um canhão maravilhoso encima da Via Dutra, quase na Universidade Rural. Base da "preta" à 1700 metros, acelerado para não entrar na nuvem que parecia com fome de asa.
Aí foi só esticar na direção da cordilheira de Itacuruçá. Ainda encontrei o Cabeleira voando encima de onde o Nader tinha pousado e no fim pousamos todos no mesmo lugar.
Meu novo recorde de distância em Petrópolis: 69 kms.
Mais detalhes em:
http://xc.ciclone.com.br//modules.php?name=leonardo&op=show_flight&flightID=1333
A surpresa do dia veio com o Geraldo Nobre que quebrou o recorde do Estado do Rio de Janeiro com um vôo de 158 kms, de Nova Iguaçu à Lorena , em São Paulo!

18 Fevereiro, 2007

Tô de asa nova!


Cmt. Marcelo Soares na tripulação.



Acabei de chegar do meu primeiro vôo no meu novo trabalho.
Agora estou voando o novo Boeing 757-200F da Varig Log!
Tudo novinho, funcionando e voando lotado. Fiz três etapas, Guarulhos-Recife, Recife-Fortaleza e Fortaleza-Guarulhos e sempre com mais de 27 toneladas de carga, das 30 que são o limite do avião. Agora é só esperar o carnaval passar para voar novamente.
Obrigaduuuuuuuu!!!!!!

11 Fevereiro, 2007

Fiquei pelo meio do caminho

Bonitão voando perto da Reduc.

A cidade e a condição lá na frente.


Que condição a de ontem! Partimos para Petrópolis de olho no céu e no vento para decidir se iríamos para lá mesmo ou se para Nova Iguaçu ou Sampaio Correia.
Na subida da serra de Petrô falamos com o Gilson, em Nova Iguaçu, e com as informações dele de um vento noroeste, um pouco de lado na decolagem de lá, resolvermos continuar para o Parque São Vicente.
O vento noroeste, de cauda, estava forte e alguns, como os irmãos Vils, o Salame e o Lalado, preferiram ir para a decolagem de norte do Morin.
Esperamos muito, até o Zé Gala decolar "podando" as árvores num "ladal" traiçoeiro e engatar na cara da rampa até a base da preta que estava sobre a rampa. Mais alguns minutos e o vento, como numa mágica, virou de frente constante! Foi uma debandada geral, todo mundo no ar!
Sai com o Nader e o Bonitão, um pouco atrasados em relação ao Zé, a turma do Morin e ao Sadia, Saquarema e Marcinho.
Pegamos forte na termal do Cristo e logo o Nader correu para recuperar a desvantagem . Eu e o Bonitão subimos até 1800 metros e saimos atrás.
Foi uma longa esticada até o trevo entre a Rio - Petrópolis e a Rio - Teresópolis, antes da Reduc. Lá o grupo todo se juntou e eu ficava olhando para cima tentando chegar na galera que estava muito alto.
Eles ganharam mais e correram mais para a frente. Eu e o Bonitão, mais baixos não tiramos nessa hora e nos atrasamos um pouco mais.
Depois da Reduc eu quase consegui chegar neles, mas ainda estava muito baixo para cruzar aquele infinito mar de casas da baixada e pegar as nuvens mais formadas que seriam o meu passaporte para São Conrado. Acabei tendo que voltar e fui pousar depois da Reduc com o Bonitão e o Rafael.
A turma da frente encaixou na condição e fizeram história chegando juntos no Pepino. Os dez felizardos foram os irmãos Erick e Cedrick Vils, Geraldo Nobre, Sadia, Nader, Marcinho, Lalado, Saquarema, Zé Galinha e o Rodrigo Slow, que foi o primeiro a conseguir essa travessia de parapente! Parabéns moçada!
Detalhes do meu vôo em: http://xc.ciclone.com.br/modules.php?name=leonardo&op=show_flight&flightID=1133

01 Fevereiro, 2007

Finalmente o primeiro Cristo do ano!


Nader, eu, Mahmoud e Glauco comemorando o voaço.

Demorou mas finalmente o primeiro Cristo do ano apareceu.
Janeiro foi tão ruim que chegou a rolar um bolão para ver quem era o primeiro a chegar na cobiçada estátua.
Ontem até que tentamos, mas não deu para ninguém. Hoje a rampa estava lotada, todo mundo com um único plano de vôo.
Foi um vôo espetacular, muito trabalhado, muitas térmicas voadas, e um momento muito especial, na térmica do morro do Jockey, enroscando baixo num carrousel de várias asas e um parapente! Show! Estavam lá o Nader, Glauco, Bito, Marcio Pinto, de parapa, Gui Gama e o Sadia.
No final, depois de várias tentativas, consegui chegar lá e voltar a São Conrado.
O link para as informações, fotos e o track do vôo está em: http://xc.ciclone.com.br/modules.php?name=leonardo&op=show_flight&flightID=1078
Duas horas de vôo que vão ficar para sempre na minha memória.
Obrigado Senhor!!!!!!

21 Janeiro, 2007

Floripa














Praia Mole.


















Almoço na piscina.














Dalvio "Cavalinho" e Flavinha, os eternos anfitriões!














Lagoa da Conceição.

16 Janeiro, 2007

Serra Gaúcha

29 dezembro, 2007 - Bento Gonçalves
















Em Bento Gonçalves passeamos pelos "Caminhos de Pedra" e visitamos a Casa da Ovelha. A Julia adorou...














... e nós também!!!














Julia e a sua ovelhinha.














Colcha verde de parreirais.














Andamos de Maria Fumaça entre Carlos Barbosa, Garibaldi e Bento Gonçalves.
















30 janeiro, 2007 - Antonio Prado















Antonio Prado foi uma bela surpresa.

28 Dezembro, 2006

Vôo e Instrução em Sapiranga















Ontem, apesar do vento sudoeste não ser o ideal, deu para voar em Sapiranga.
No começo estava bem "falhado", mas com o tempo foi ficando consistente. No final consegui sair do teto de 900 metros, até então, e cheguei a 1300.
Dos gaúchos voaram o Marcelo Pélio, Moa, Chefia e o Marcel.

No sábado passado também fui lá, não consegui voar, mas conheci a escola de vôo Companhia do Ar, do Flavio. É um lugar perfeito para dar aulas!
Vejam as fotos.















Marcelo Pélio dando as instruções para seu aluno.














A preparação para a decolagem com a cordilheira de Sapiranga ao fundo.

21 Dezembro, 2006

Viagem ao Sul


















Minha tripulação.














Tudo parado na São Paulo - Curitiba.














Ilha do Mel.














Voando baixo!

18 Novembro, 2006

Travessia Petrô-Terê















Acima e abaixo: Esroscando com o Armandinho um pouco antes de Cachoeiras de Macacu.















O vôo de ontem em Petrópolis foi especial.
Apesar de não termos conseguido o nosso objetivo, que era cruzar a cordilheira de Cachoeiras de Macacu na direção de Casimiro de Abreu, os visuais do alto da serra entre Petrô e Teresópolis e a continuação por dentro, colado na cordilheira, foram fantásticos!
Muitas cachoeiras, o pico do Dedo de Deus, a cidade de Teresópolis com a Granja Comari e nuvens, muitas nuvens!
Foi rápido até Guapimirim, uns 25 minutos de vôo. Teto alto com base a 2200 metros da rampa até o Morin. Fui indo com o Armandinho na cola e o Nader mais por fora. De Guapimirim em diante voamos juntos, nos separamos do Nader um pouco antes de Cachoeiras de Macacu e encalhamos mais uma vez no alto da serra que vai para Friburgo. O teto do lado de lá estava mais baixo e com chuva por causa de um cb explosivo!
Os irmãos Vils que tinham aberto mais para a direita das montanhas conseguiram cruzar para Rio Bonito e ainda andaram um pouco, apesar do vento contra de leste.
O Erick vôou 82 kms pousando em Silva Jardim e o seu irmão Cedrick ficou nos 71 kms.
Armandinho, o Nader e eu voamos 63 kms e voltamos para pousar juntos em Japuiba.
Mais detalhes do vôo em: http://xc.ciclone.com.br/modules.php?name=leonardo&op=show_flight&flightID=845

26 Setembro, 2006

Andradas - Farofa e muita chuva!














Andradas














Haroldo, Glauco e eu


















Cross antes dos campeonatos














Pouso em Holambra














Armandinho com seus mestres. Ao centro Fabio Nunes e à direita o "importado" Mike Barber.














Por vários dias do Brasileiro o tempo ficou ruim.














Esperando o tempo melhorar.

Chegamos antes do campeonato, para o Haroldo poder acertar os últimos detalhes com a Prefeitura e para podermos voar.
Mantendo a tradição, a condição estava ótima!
Na quinta feira o vento era um noroeste/norte não muito forte que nos permitiu decolar da rampa norte sem problemas.
Durante o vôo cheguei a pegar um vento de oeste, de travéz, que dificultou um pouco pois tínhamos combinado voar na direção de Campinas. Mas o tempo quente e seco fazia as térmicas ficarem fortes e consistentes com alguns dusts no caminho. Voei sozinho o tempo todo depois de Andradas e cheguei pela primeira vez nos arredores de Campinas, Holambra mais precisamente.
O Rafael da Terminal X chegou rápido no resgate e fomos buscar o Haroldo e o Moikano próximos de Serra Negra.
No dia seguinte fizemos um vôo local, mas nos arrependemos de não ter jogado na direção de Pouso Alegre porque a condição para lá estava animal!
Sábado a influência de uma frente fria, que estava por perto, deu uma piorada nas condições e foi escolhida uma prova curta para o primeiro dia do Super Race/Carioca. Poucos chegaram no gol, sendo o Guga o primeiro. Eu nem passei de Andradas na direção do primeiro pilão.

Do domingo em diante o tempo piorou muito e eu nem voei mais. Fiquei ajudando o Haroldo na organização e divulgação do Brasileiro.
Mais delhalhes do vôo em: http://xc.ciclone.com.br/modules.php?name=leonardo&op=show_flight&flightID=413

07 Setembro, 2006

Brincadeira em São Conrado
















Foi mais um daqueles dias de muito vôo em São Conrado. O dia ontem amanheceu um pouco encoberto, mas logo começou a abrir e o céu se transformou. Muitos cumulos e derivada de sudoeste.
Muita gente foi ao Cristo, inclusive eu, mas o melhor do dia foi a investida do Moikano e Nader que sairam para o cross country e foram pousar na Phillip Martin, nosso pouso oficial de Petrópolis.
Nova rota aberta, agora é emendar com a rota para Cachoeiras de Macacu.

29 Agosto, 2006

Cambuquira espetacular!














Tranquilidade total!














Alto e frio!














Haroldão fez o gol no Aeroporto de Três Pontas














Eu, Haroldo e Armando














Na balsa, no resgate do Chico


















Mais um lugar que fazia muito tempo que eu não ia, acho que uns dez anos!
Fui com o Haroldo que estava organizando o Super Race/Carioca, que também estava valendo como etapa regional do Brasileiro e como etapa do Paulista.
Eu como nos últimos campeonatos na função de divulgar o campeonato através do blog.
Chegamos na quarta-feira, dia23, em tempo de voar, mas como o Haroldo tinha muitos detalhes a acertar com a Prefeitura não conseguimos.
Mas na quinta já encontramos com o Chico Santos e o Armandinho e formamos a barca na intenção de voar livre, cross country!
O vento estava de frente na nossa chegada, mas com o tempo foi parando e até entrando de cauda. O céu prometia e as decolagens começaram meio devagar por causa do vento que parava cada vez mais. Depois do primeiro grupo (Haroldo, Chico, Cambuquira e Glauco de Brasilia) decolar e sumir no céu tivemos que esperar na rampa por mais de uma hora e meia até ter uma brecha no caudal.
Decolei direto na termal e o Armandinho veio no meu vácuo.
Teto alto, 3300 metros, muito frio, e eu sem luvas! Caramba tava frio demais! Meus dedos ficaram duros, parecia que iam congelar! Me arrependi muito de não ter decolado de luvas!
Mesmo tendo decolado às três e dez da tarde ainda deu para passear e pousar num pouso enorme em Varginha.
O Haroldo foi até Três Pontas e o Chico quase chegou em Carmo do Rio Claro voando uns 120 kms.
O resgate do Chico aliás foi o fechamento de ouro do dia. Teve muita estrada de terra, travessia de balsa e horas de asfalto. Mas, como sempre, valeu à pena!
No dia seguinte, sexta-feira, começou a etapa regional do Brasileiro e a 6ª do Super Race/Carioca/Paulista. Boa condição e prova de 95 kms, com pilões no Aeroporto de Varginha, volta até rampa e gol no Aeroporto de Melo Viana, em Três Corações.
Voaço, teto de 3100 metros, térmicas de 7,5 m/s e fartura delas por toda a região. Voei 3:45 hs e completei a prova! Pousei cansadaço, mas feliz! Um vôo inesquecível!
Detalhes do vôo em: http://xc.ciclone.com.br/modules.php?name=leonardo&op=show_flight&flightID=405

17 Agosto, 2006

Dois dias de testes e treinos em Petrô
















Foram dois dias de testes de equipamento e treinos em Petrópolis.
Testei uma nova posição para a minha máquina fotográfica e gostei do resultado. Ainda tenho que melhorar o enquadramento, mas já deu para ter uma boa noção do novo ângulo.
Os vôos foram com ventos do quadrante oeste/sul, bem diferentes um do outro.
Ontem céu azul com promessa de voaço, mas nem eu nem o Nader conseguimos ir muito longe. O máximo que consegui foi 1530 metros numa única termal, depois não passei mais de 700 mts. Pousamos juntos em Santo Aleixo.
Hoje as nuvens apareceram e a ganhada da rampa estava uma delícia de tão lisa. Desta vez, por causa das nuvens baixas (uns 1000 metros), a intenção era correr até o final da cordilheira do Cristo, à esquerda, e partir para o cross na derivada de oeste para Guapimirim.
A sustentação na borda das nuvens era ótima e nós (eu, Bique e Nader) fomos reto até Xerém, mas com o vento aumentando o teto baixou e resolvemos pousar no oficial da Phillip Martin.
Agora parece que a frente entrou mesmo, quem sabe dá vôo amanhã em São Conrado!

09 Agosto, 2006

Brasilia - Batendo o ponto na Esplanada!














Roni Lima e Haroldão na beira do Rio São Francisco





















Mais uma temporada no Planalto Central. Este ano fui levando o carro com o Haroldo e o Boi, nosso resgate.
A última vez que eu tinha ido a Brasilia de carro foi há muito tempo, só me lembro que na volta voltei num fusca do Ique Itajai, cheio de asas e na companhia do falecido Paulinho "Platino" Coelho.
Hoje em dia a estrada está muito melhor, com vários trechos novos e muitas obras de duplicação na Rio-BH e recapeamento na BH-Brasilia. Foram 13 horas de viagem com direito a uma parada em Três Marias para comer um peixe na beira do Rio São Francisco.
No sábado, nosso primeiro dia de vôo, o céu começou a formar às dez horas e mostrava que a derivada estava um pouco de lado em relação a rota. Na rampa o vento estava de nordeste e realmente na camada alta a derivada era leste. Vôo meio de travéz para a Esplanada mais com bastante fartura de térmicas. Cheguei alto na Esplanada e fui pousar com o Haroldo que estava sozinho lá na "cauda do avião", na ponta oeste da Esplanada.
Domingo estava parecido com o sábado, só que começou a formar mais cedo. Quando eu e o Nader chegamos na rampa o Fabinho, o Haroldo, o Alan e o Campanela já estavam prontos para decolar na intenção de tirar para o cross na direção de Pirinópolis uns 170 kms no rumo oeste.
Dito e feito, o Fabinho não só consegui chegar a Pirenópolis como passou e foi pousar uns 20 kms depois da cidade de Jaraguá com 225 kms! Novo recorde do Distrito Federal, e mais um para o Fabinho!
O Nader foi mais uma vez para a Esplanada mas eu caí no inicio do vôo e acabei pousando com o Campanela num aradão enorme em Brasilinha.
Na segunda não voei, o vento estava muito forte e o céu todo azul sem nenhuma formação.
Valeu, ano que vem tem mais!

17 Julho, 2006

Porciúncula - O Retorno
















Flavinho, Haroldo, D.Leniara, eu, e mais um agregado!














Painel no Hotel Porciúncula














Fabinho comemorando o seu recorde!














A equipe de resgate


















Meu vôo de sábado

Depois de muitos anos voltei a Porciúncula. Pude rever a Dona Leniara, o Flavinho e matar as saudades das várias temporadas que passei por lá. É claro que comemos muitos docinhos feitos por ela!
A cidade cresceu um pouco, está bem cuidada e mantém aquele ritmo de cidade calma do interior.
O pretexto da viagem era a quinta etapa do Super Race/Carioca, circuito de vôo promovido pelo Haroldão.
Chegamos na quinta-feira, Haroldo, Fabio Nunes e eu, e já na sexta o Fabinho bateu o recorde carioca com um voaço. Aproveitando o vento leste ele foi derivando para Além Paraiba e acabou pousando um pouco antes de Sapucaia: 135 kms!
Eu nesse dia joguei errado no contravento perto da Antena do Haroldão e fui pousar na beira da estrada bem perto de Lage do Muriaé.
No sábado o vento virou e entrou de sudeste, de cauda em todas as rampas, mas com as térmicas entrando dava para decolar na parada do vento ou quando ele entrava rapidinho de frente. No fim todo o campeonato decolou sem problemas.
O vôo foi um espetáculo! Termicas bicudas, chegando a 6,8 m/s, teto a 1600 e algumas nuvens. Fui a Carangola e cai no contravendo depois do trevo de Faria Lemos.
No domingo o sudeste aumentou e a prova foi cancelada.
Gostei de ter voltado e fiquei feliz pelo Fabinho ter batido o recorde lá, é como se fosse uma homenagem a um lugar que já nos deu muitas alegrias.

27 Junho, 2006

Cross Country Cartoon










Harry Martin Copyright

21 Junho, 2006

Itamonte





















































Foi ótimo rever o Eddie e toda a sua familia em Itamonte.
Os vôos no campeonato Carioca também foram um show!

18 Abril, 2006

Campeonato Brasileiro - Valadares

















Na rampa com o Geraldo














Rampa cheia














Voando com o Cedrick Vils na direção de São Vitor













As montanhas de Linópolis














Alegria no pouso!


















Aproveitando minhas férias passei uma semana de muito vôo em Valadares.
Foi a semana do Campeonato Brasileiro e, além de voar, fiz um trabalho de divulgação do campeonato através de uma página na internet.
Criei um blog, valadares2006.blogspot.com , e todo dia fotografava o movimento na rampa, as decolagens e o vôo. Chegava no hotel e corria para o computador para passar as principais informações para o blog. Incomodei muito meu amigo Geraldo Nobre, que sem restrições me emprestou seu laptop. Sem ele seria quase impossível fazer o trabalho pois o computador do hotel, além de mais lento, estava sempre ocupado. Valeu Geraldão!
Era sempre dos últimos a decolar, mas mesmo assim os vôos foram muito bons.
O melhor foi no dia que a prova foi, Central de Santa Helena, Galiléia, São Vitor e gol na Policia Rodoviária de São Vitor. Nesse dia ninguém chegou no gol e eu pousei em Galiléia, voando 65 kms. Foi lindo cruzar as montanhas de Central e chegar em Galiléia sobre o baixadão na beira do Rio Doce. O mapa com o track é desse dia.
O vôo do último dia também foi show. Mais montanhas e pouso em Linópolis.
No mais, foi ótimo rever a Regina, o Fernando e os meninos, Fernandinho e Felipe.
Muito bom, Valadares é sempre muito bom!

10 Março, 2006

Voando na beira da baía de Guanabara













Nader Couri














Manguezal














Glauco Cavalcanti














Pouso à vontade!














Mais um dia fantástico de vôo!
O time desta vez foi: Nader, Glauco, eu e o Pirulito no resgate.
O céu prometia e já na subida da serra vimos um monte de parapentes voando encima da rampa.
Nossa dúvida: voar para o Tinguá ou para Teresópolis?
Já na primeira térmica deu para perceber uma pequena derivada de oeste. Quando engatamos, os três, na cordilheira da esquerda e chegamos na nuvem à 1300 metros decidimos voar para o lado de Teresópolis.
Só que o vôo estava longe das montanhas, o caminho escolhido foi pelo fundo da baía, na direção à direita da serra de Rio Bonito, para fugir da "encalhada" que sempre acontece por lá quando o teto está nessa altura.
Depois de Piabetá eu e o Nader nos separamos do Glauco e fomos juntos até bem depois de Magé. Lá peguei um fraquinha e chamei o Nader, que estava um pouco à minha frente. Ele voltou mas chegou baixo, não pegou nada e acabou pousando.
Continuei sózinho, imaginando onde estaria o Glauco.
Chegando em Itaboraí o vento, que até então era um oeste fraco, virou e peguei a lestada de frente. Tentei escalar uns morros antes da BR-101 mas não consegui. Pousei por ali. Mais 50 kms na bagagem.
O Glauco, que tinha se atrasado, pousou meia hora depois perto de Japuiba: 52 kms.
A volta desta vez foi pela ponte Rio Niterói, felizes mais uma vez!

04 Março, 2006

Cross em Petrópolis














Tinguá














No campo do exército com os irmãos Erick e Cedrick Vils


















Ontem, mais uma vez, fomos surpreendidos por uma condição que foi além das nossa expectativas.
Montados na rampa, prontos para decolar, nós viamos os parapas irem para o chão sem nenhuma chance de recuperação. O céu estava encoberto no vale e parecia que a única saida seria correr para a frente e pegar a condição do pouso em diante.
Foi quando um parapa e o Enio, de asa, começaram a ganhar devagar. A melhora foi rápida e logo já estávamos na base à 1200 metros correndo para a térmica de Xerém.
Eu e Bique estávamos um pouco atrasados em relação ao Nader, Erick e Cedrick e corremos mais sobre a estrada para Capivari enquanto eles iam mais pela direita.
O Vavado, no seu terceiro vôo após o retorno depois de quinze anos, tinha ficado um pouco para trás na Laminar com king, emprestada do Carlinhos Niemeyer.
Antes de Capivari já estávamos na mesma linha que eles, que mantinham o vôo pela direita. Como , Bique e eu, tínhamos pego um ciclo perfeito mantivemos nosso caminho até garantir o pouso no Aeroclube de Nova Iguaçu.
Nessa hora o teto já estava nos 1500 metros e a farofa sobre Nova Iguaçu absurda. O Bique fez força para pousar. Eu, depois de não pegar uma térmica que o Nader estava, corri para cima da pista do aeroclube e engatei numa forte, fui pra nuvem e tirei na direção da avenida Brasil.
De longe vi que tinham duas asas pousadas no campo de polo da Vila Militar, em Deodoro. Eram o Erick e o Cedrick que tinham cruzado baixo para a nossa esquerda antes de Nova Iguaçu e que tinham pego uma que os levou até lá.
Com a orientação deles pousei com bastante vento e turbulência, mas o pouso foi perfeito.
No saldo do dia, todos fizeram ótimos vôos. Bique e Vavado em Nova Iguaçu, eu e os irmãos Vils em Deodoro e o Nader, mais uma vez estrapolando, indo pousar na praia de Grumari!
Surreal foi o final do resgate: às sete da noite, na beira da praia com todos rindo sem parar! Show!!!!!!

19 Fevereiro, 2006

Temporada Valadarense













Céu clássico!













Final














Rampa exclusiva














Rio Doce














Aeroporto de Caratinga com Nader Couri


















Depois de muito tempo voltei a Valadares. E que volta!
Fomos de ultraleve, no Golf do Nader, passando por Campos, para abastecer, pois o teto pesado sobre a serra não nos deixou pegar uma proa direta para Valadares. De Campos tomamos uma reta para lá e chegamos com um céu épico!
No primeiro dia o céu não era o mesmo da nossa chegada mas prometia um bom vôo. Eu sai muito bem, só na base das nuvens, correndo mesmo, e numa azulada acabei caindo perto de Divino Traira. Nesse dia o Nader foi até Iapu e, por causa dos cirrus na direção de Inhapim, resolveu voltar na direção do Ibituruna, pousando perto do posto JR, e voando quatro horas e meia fazendo 110 kms!
No dia seguinte eu e o Nader nos encontramos em Don Carloto, encaixamos no vôo, e fomos voando juntos, em comunicação permanente por rádio, até o Aeroporto de Caratinga, 95 kms em três horas.
O último dia foi o melhor. Desta vez voamos juntos à partir de Engenheiro Caldas, cruzamos um trecho azulado, com poucos cumulos, mas depois de Inhapim a condição arredondou e foi só base das nuvens até o Aeroporto de Caratinga mais uma vez. Cheguei lá à 1900 metros mas resolvi pousar porque estava muito cansado.
A volta de avião também foi um espetáculo. Direto na proa de Maricá, passando pela nossa tradicional rota de vôo de Valadares: Engenheiro Caldas, Don Cavati, Inhapin, Caratinga, Realeza e mais para a frente Muriaé e Além Paraiba. Depois da cruzada da serra em Teresópolis tomamos a proa do mar e seguimos o litoral até a Barra.
Valadares Rio em duas horas e meia!
Assim é mole demais!!!!!

08 Janeiro, 2006

Petrô - Nova Iguaçú para começar 2006!


















Hoje muita gente apareceu para um treino em Petrô.
A condição na rampa estava bem farofa com bastante nuvens e teto de 1000 metros, mas à partir de Xerém a coisa mudou completamante. Tudo azulado, térmicas fracas e falhadas e, em um certo momento achamos que iríamos todos pousar no mandiocal. Soube que o Erick pousou lá.
Mas aí começamos (Guga, Alan, Geraldo Nobre, Marcinho, Thomas e eu) a botar para a frente na direção de Capivari (rota de Nova Iguaçu) indo de morrinho em morrinho em térmicas que iam até uns 700 metros. O grupo diminuiu quando o Alan e o Thomas pousaram uns 5 km depois de Xerém, na estrada Xerém-Capivari-Belford Roxo. Depois de Capivari o Guga deu um olé na galera, tirando pra frente pra cima das casas e nós não encaramos a investida dele. Resultado: pegou uma boa e, depois de cruzar a Serra de Nova Iguaçu e pegar a condição forte, foi pousar na Barra!
Eu, depois de abrir o cinto para pousar, antes de Belford Roxo, peguei uma boa que me levou até o Aeroporto de Nova Iguaçu. O Marcinho e o Geraldo foram até o campo de polo na Av. Brasil.
Um vôo que não acreditávamos que poderiamos dar naquela condição fraca. Voltamos todos cabeça feita com esse primeiro vôo de 2006.

08 Dezembro, 2005

Recordes em São Conrado!














Meu recorde em São Conrado














Zona Norte e Maracanã














Papagaio e Barra













Autódromo














Pouso no Recreio














Com os recordistas Alan e Nader na pista de Portobello

Já fazem quatro dias que fiz este vôo e não paro de pensar nele. Cheguei cedo na rampa (8:30) e o vento ainda de nordeste parecia que iria estragar tudo. O nordeste foi diminuindo e o Alan decolou às 9. Ele foi bem, ficando alto no Crokaine e correndo para o Cristo.
Como estávamos pensando (eu e Nader) na tirada para o cross country ficamos esperando um pouco mais para a condição ficar ainda melhor. Nossa intenção era nem ir ao Cristo. O plano era direto para o Pico da Tijuca e tirada para o Camorim.
Dito e feito! O vôo no Pico da Tijuca estava sensacional! A condição estava forte, com a camada alta de norte e teto a 1400 metros! Depois de algum tempo por lá o Alan apareceu e se juntou a nós na tirada para a Serra do Camorim.
Cruzei a baixada de Jacarepaguá muito bem e já cheguei perto do Projac (Globo) pegando uma e voltando para uns 1300 mts.
Neste ponto eu fiz um erro que me separou do Alan e Nader. Corri a cordilheira mais pelo lado sul (Barra) quando o certo seria pelo lado norte, por onde eles foram. Perto da Vargem Grande vi o Nader do outro lado pegando uma forte, subindo com tudo. Eu fiquei encalhado na Grota Funda sem conseguir ganhar muita altura para continuar na direção de Santa Cruz. A lestada já tinha entrado forte na praia e fiquei fazendo lift até pousar no final do Recreio. Apesar de estar feliz por ter feito meu vôo mais longo desde São Conrado (24 km), eu sabia que tinha perdido uma boa oportunidade de fazer um vôo bem maior.
Quando voltava de carro para buscar minha asa recebi um telefonema do Nader que tinha pousado com o Alan no Hotel Portobello, perto da Angra, estabelecendo o novo recorde de São Conrado: 87 kms!
Fui no resgate dos dois e mais tarde ainda tivemos que resgatar o Geraldo Nobre, que também tinha saido para o cross e tinha pousado perto de Vassouras (75 km).
Está aberta a temporada de caça aos recordes!

27 Novembro, 2005

São Conrado clássico!


























Logo cedo quando fui na varanda ver a condição fiquei nervoso! Eram sete e meia da manhã e o céu já estava lindo. Cheguei na rampa pouco depois das oito e já tinha gente montada. Bonitão, Glauco e uns poucos duplos. Decolei às nove e meia e demorei para escalar o Crokaine mas acabei pegando uma termal e corri para a Vista Chinesa. A esta altura o Glauco, que havia decolado mais cedo, já estava voltando do Cristo! O teto estava nos mil metros e da Vista fui direto para o Sumaré, cheguei no Cristo às dez.
A volta foi na base da nuvem acelerando sem afundar! Corri por trás do rotor do Crokaine direto para o Pico do Papagaio e lá engatei numa forte logo que cheguei, fui na nuvem outra vez.
Estava muito bom, onde se ia se encontrava uma boa térmica e pensei na passagem para a Serra do Camorim. Mas um grande azul fez eu desistir da idéia, ainda não era o dia certo para a cruzada para Japeri.
Depois de ter voado na direção de Jacarepaguá voltei baixo e ralei bastante até ser salvo pelo Bique que acabava de chegar na área. Fui para a nuvem e decidi voltar para São Conrado. A "farofa" era tanta que mudei minha proa para mais uma ida ao Cristo. Foi uma tirada quase reta até lá. Estava uma festa, muitas asas, parapentes e o incrível Alpine de duplo!
O retorno para o pouso foi via Dois Irmãos.
No Pepino a alegria era geral, com muitos comemorando a primeira ida à estátua e outros, como eu, já pensando no vôo de amanhã!

22 Outubro, 2005

Tirada em Nova Iguaçú














Gilson














Av. Brasil














Quase pulo para a Barra!














Ontem, acho que depois de uns 20 anos, voltei à Nova Iguaçú. Não conhecia a rampa nova e tinha muita vontade de conhecer depois de ouvir o relato dos ótimos vôos que o pessoal anda fazendo por lá.
Saimos do Rio na dúvida se o melhor seria voar em Petrô ou Nova. Chegando na Linha Vermelha, analisamos a situação, vento quadrante norte, céu com poucas nuvens e acabamos optando por Nova Iguaçú por termos visto alguns cumulos sobre a Serra do Vulcão.
Chegamos na rampa e encontramos o Gilson já montado e logo ele decolou, sumindo do mapa! Só deu para tirar a foto da sua decolagem, que coloquei acima. Como o vento era nordeste ele estava decidido a voar na rota para Itacuruçá. Soube um tempo depois que ele foi pousar em Mangaratiba, ótimos 60 kms!
Saimos bem, pra cima, na derivada do nordeste, mas na primeira falhada da térmica, corremos de volta para a frente da rampa. Eu acabei caindo abaixo da rampa e batalhei muito para voltar ao vôo. Isso me fez perder o contato com o Nader, visual e por rádio.
Apesar da derivada de nordeste achei melhor tentar a passada para a Barra via Campo dos Afonsos, para não complicar o resgate.
Pousei no campo de polo da Vila Militar, em Deodoro, na beira da Avenida Brasil. Por pouco consigo cruzar para a Barra, mas como a passada por ali deve ser alta, preferi voltar e pousar na tranquilidade.
Gostei muito de ter dado este vôo, da próxima vez quem sabe consigo pousar na praia como o Nader.

17 Outubro, 2005

Cruzando os Andes
















Hoje tive a confirmação do inicio do meu curso para voar o Boeing 767! Europa, Estados Unidos, Brasil e toda a América latina pela frente. Maravilha!!!!!
Isso já me faz ter saudades do bravo 737. Foram 5 anos voando este clássico da aviação, aprendendo muito e podendo ver lugares novos e paisagens de tirar o fôlego.
De cara me lembro das cruzadas dos Andes na rota para Santiago do Chile.
Por se uma cruzada linda, sempre levei minha maquina fotográfica para esse vôo.
Por isso estou colocando alguma das imagens da minha mais recente passada por lá, uns dois meses atrás.
Alucinante!!!!!!

13 Outubro, 2005

Bate bola em Petrô














Nader Couri

Ontem estivemos em Petrô para mais um vôo. Como sempre, fui com o Nader o Bique e o Boi no resgate.
Saimos do Rio na intenção de fazer um cross na direção de Guapimirim. Na rampa vimos que o teto estava bem mais baixo do que havíamos imaginado e o vento era um leste fraco.
Foi aquele bate bola trabalhado, às vezes até meio chato de voar porque não nos dava muitas alternativas para o vôo.
Mesmo com o céu todo azulado na baixada fomos tirando naquela direção. Tinham algumas térmicas, mas não passavam de 800/900 metros. Próximo ao pouso do mandiocal vi mais a frente uma coluna de urubus saindo do chão. Tentei chegar nela mas não consegui e voltei para o pouso, com o Bique, no mandiocal. O Nader que estava um pouco mais alto que eu conseguiu chegar nela e se deu bem.
Desmontamos rápido e fomos na busca do Nader.
Ele havia pego outra perto do pouso da Philip Martin e tinha corrido mais para a frente, rumo Nova Iguaçu. Entramos em Xerém e pegamos a estrada que vai para Capivari. A estrada é parte asfalto parte de terra e vai bem embaixo do vôo para Nova Iguaçu. O Nader foi de termal em termal até seu gps informar que dava para chegar em NY. Nós por baixo seguimos até Belford Roxo, pegamos a Dutra e o resgatamos no aeroclube.
Ele foi premiado pela sua paciência e fez um voaço, mostrando que mesmo quando a condição está fraca dá para se voar bastante.
Valeu a investida!